Recentemente coloquei as mãos em duas preciosidades: Templexity do Nick Land e uma coleção de escritos da Ccru (Cybernetic Culture Research Unit) de 1997 até 2003. Ainda não li, pois estou ainda no Fanged Noumena e fazendo uma maratona de Lovecraft (estou relendo, já quase terminando, The Dream-Quest of Unknown Kadath e irei para The Colour Out of Space). Por sinal, descobri alguns escritos sobre cosmic horror e provavelmente postarei aqui muito em breve. Descobri também um site excelente que reúne textos de diferentes áreas sobre neoreaction. Já selecionei alguns para tradução.
Fiquei um tempo ausente em virtude de várias coisas. Resolvi desacelerar um pouco a rotina de multitarefas e me atualizar em algumas coisas (sobretudo jogos, música e séries). Comecei a jogar Guild Wars 2, que até agora está sendo o melhor MMO que joguei depois de WoW. Estou também na terceira temporada de Vikings (House já terminei), série que até agora me surpreendeu positivamente. Enfim estou dando atenção aos novos álbuns de 2016, o que inclui Dream Theater, Megadeth e Rhapsody of Fire. Reza a lenda que DT e Megadeth virão para cá esse ano em turnê, nesse caso irei certamente em ambos shows. Abandonei o (desagradável) costume moderno de ouvir faixas separadas sem ouvir/conhecer todo o álbum. Mesmo em álbuns que não são conceituais, não ouvir o álbum todo me parece como ler somente alguns capítulos de um romance. Coisa para bárbaros.
Em breve devo postar aqui um pequeno texto do Land sobre Gnon, um tema bem importante na sua filosofia (que engloba agnosticismo, realismo e pirronismo) e um texto de outro autor sobre a importância de fronteiras (especialmente pertinente em virtude das crises migratórias).